INCERTEZAS


Playlist Details

Incertezas – Agora Sou Eu Quem Faz As Perguntas

No capítulo de Incertezas, o homem toma a dianteira: Agora Sou Eu Quem Faz as Perguntas transforma desafio em coautoria. Entre neon líquido e ventos que mudam velas, o dueto revela limites do saber e um novo pacto: morar na pergunta sem pedir atalhos fáceis.

Incertezas – Agora Sou Eu Quem Faz As Perguntas

Incertezas – Não Procure Meu Nome Quando Eu Partir

Em "Não Procure Meu Nome Quando Eu Partir", o dueto de Incertezas transforma o medo do esquecimento em poesia sonora: um diálogo tenso onde nomes se desfazem e a identidade vira caminho. Entre paradoxos e batidas futuristas, a revelação é desapego — lembrar o rastro, não a etiqueta.

Incertezas – Não Procure Meu Nome Quando Eu Partir

Incertezas – Talvez O Caminho Nunca Tenha Existido

Um dueto de rock pop futurista em que a estrada se apaga sob os pés. Entre paradoxos e imagens vívidas, a canção transforma a angústia por respostas em passos honestos dentro do nevoeiro — sem manual, só ritmo, respiração e a dúvida como bússola.

Incertezas – Talvez O Caminho Nunca Tenha Existido

Incertezas – A Liberdade De Escolher A Própria Prisão

Um dueto de rock futurista e indie pop transforma o paradoxo do livre-arbítrio em paisagem sonora: entre espelhos, algoritmos e desertos de relógios, a canção questiona se liberdade é fuga ou o ofício de esculpir as próprias barras — e fazê-las cantar.

Incertezas – A Liberdade De Escolher A Própria Prisão

Incertezas – Quem Está Mudando?

Dueto filosófico em clima de rock futurista e indie pop, a canção transforma metamorfose em espelho: formas como gramática, memória como remendo e nome como ponte. O refrão vira a chave — talvez o que muda seja a pergunta — enquanto o som acende a escuridão interior.

Incertezas – Quem Está Mudando?

Incertezas – O Tempo Não Passa Por Você

Entre guitarras de neon e paradoxos serenos, O Tempo Não Passa Por Você transforma o medo do relógio em um debate cantável sobre livre-arbítrio, memória e a forma de tocar o rio do tempo sem feri-lo — um dueto que ilumina a dúvida sem domesticá-la.

Incertezas – O Tempo Não Passa Por Você

Incertezas – Quantas Vezes Eu Poderia Ter Sido Outro?

Quantas Vezes Eu Poderia Ter Sido Outro? confronta identidades possíveis num dueto tenso e poético. Entre asfalto molhado, semáforos-constelação e synths granulares, a pergunta vira espelho: não se conta o infinito; caminha-se por ele.

Incertezas – Quantas Vezes Eu Poderia Ter Sido Outro?

Incertezas – Quem Escolheu O Primeiro?

No dueto de Incertezas, um homem pressiona a cadeia das causas enquanto a entidade responde com paradoxos: e se a pergunta for o motor? Com imagens urbanas mutantes e pulso futurista, a faixa transforma o primeiro motivo no próprio ato de caminhar.

Incertezas – Quem Escolheu O Primeiro?

Incertezas – Você Tem Mil Rostos E Nenhum Nome

Em diálogo de neons e neblina, Você Tem Mil Rostos e Nenhum Nome confronta o impulso de nomear o indefinível. Entre rock futurista e indie pop, a entidade recusa respostas fáceis e o homem aprende a caminhar com a dúvida — onde o vazio vira fôlego e a pergunta, caminho.

Incertezas – Você Tem Mil Rostos E Nenhum Nome

Incertezas – Quem É Você Quando Ninguém Está Olhando?

Um dueto tenso e hipnótico onde o homem busca a si mesmo fora do olhar alheio e a mulher-ente devolve paradoxos. Entre relógios sem ponteiros e cidades que se dobram, o rock futurista embala uma pergunta que não se encerra: identidade é gesto, intervalo e contorno.

Incertezas – Quem É Você Quando Ninguém Está Olhando?

Incertezas – Encontrei Você No Fim De Lugar Nenhum

Dueto tenso e poético no limite do sentido: entre synths futuristas e guitarra granítica, um homem e uma entidade metamórfica confrontam destino, livre-arbítrio e identidade. A canção troca respostas fáceis por paradoxos que deslocam e conclui com a coragem de caminhar sem mapa.

Incertezas – Encontrei Você No Fim De Lugar Nenhum


Uma jornada filosófica e mística em que um homem atormentado por dúvidas existenciais encontra uma misteriosa entidade feminina de sabedoria aparentemente infinita. Enquanto caminham por paisagens que desafiam a realidade, seus diálogos exploram os mistérios da consciência, do tempo, da liberdade e do sentido da existência. A cada resposta, novas perguntas surgem — e talvez o maior mistério não seja descobrir a verdade, mas compreender o que significa procurá-la.